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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A igreja tem tudo o que os filhos de Deus precisam!


A igreja tem tudo o que os filhos de Deus precisam.

Com frequência vimos pessoas deixarem a igreja católica , indo em busca de Cura, de Milagres.
Eu pessoalmente acredito firmemente que a Igreja Católica ofereça tudo o que os filhos de Deus precisam, para sentirem se seguros, felizes e para se fortalecerem contra os todos os males que existem.
Muitas pessoas desejam a Cura instantânea, milagrosa.Outras ainda querem ver espetáculos, shows de Cura de doenças.Outros ficam maravilhados com exibições e simulações de Cura, que objetivam apenas tornar famoso colocar em evidência as pessoas que  se dizem realizar tais feitos.
Eu na condição de mãe e Cristã, digo e acredito que não são necessários shows,espetáculos para se obter a Cura de que se precisa, basta Fé em Deus, em Jesus, Amor e Pureza nos corações e nas intenções.
Mas não sou especialista, nem estudiosa do assunto. Leio, assisto, pesquiso me informo apenas isso.
E uma matéria escrita pelo padre da Canção Nova Rufus Pereira, me chamou a atenção, e eu gostaria de que meus amigos que visitam esse blog pudessem tomar conhecimento sobre o que ele escreveu.
Muito rica e instrutiva a matéria sobre Cura e Libertação. Leiam, reflitam e acreditem em Deus, é bem melhor acreditar em Deus, em Jesus.É muito mais seguro do que crer em qualquer pessoa ,qualquer seita, em qualquer história.Jesus ensinou o Caminho de Amor. Nós é que ainda não sabemos Amar como ele Amou e Ama.
Parece fácil ,mas não é fácil entender o Amor que Jesus quer que pratiquemos.
Mas nos esforçar já é um começo. Ok?
Boa leitura para todos !


Palestra "Assumir que precisamos de cura interior", texto de Padre Rufus Pereira

Padre Rufus
É bom que compreendamos o que aconteceu ontem. No dia anterior, eu focalizei mais sobre a importância de ouvirmos a Palavra de Deus.

Com frequência as pessoas cometem um engano quando são chamadas a orar por alguém. Elas começam logo por impor as mãos sobre as pessoas e começam a rezar. E isso é contrário ao que Jesus e os apóstolos fizeram. Jesus não foi por toda a parte impondo as mãos sobre as pessoas. Por isso que é importante ler a Bíblia, ler os Evangelhos, antes de se iniciar qualquer ministério. E eu usei o dia de ontem para partilhar com você sobre a importância do Evangelho.

Lamentavelmente, temos deixado a Palavra de Deus para o final dos nossos momentos de oração. A nossa fé cristã descreve Jesus como sendo o Verbo, a Palavra de Deus. O nosso foco deve ser em vir aqui e ouvir a Deus que nos fala através de Seu Filho, a Palavra Viva. Eu dizia sobre a importância da Palavra de João 3,16. Jesus ensinou a Nicodemos sobre a necessidade de um novo nascimento. E este novo nascimento não é segundo a carne, mas sim pela força do Espírito Santo.

O Cristianismo é a religião do amor. E, para São João, a única maneira de se definir a Deus não é por meio de uma grande tese ou livro, mas sim através de uma única frase: “Deus é amor”.

Se vocês estivessem acompanhando o caso que atendíamos ontem, vocês veriam que foi o caso mais difícil que já atendi até hoje! Daí, vocês perceberiam que o demônio realmente existe. A Bíblia o chama como o nosso inimigo. Por outro lado, Jesus não nos chama mais de servos, mas de amigos. Somos amigos de Jesus! Aplaudamos ao Senhor por esta maravilhosa notícia!

Ontem, quatro homens estavam segurando aquela pessoa. Nunca havia visto uma manifestação demoníaca como a que vi ontem! Mas, para encurtar a história, depois eu estava segurando na mão desta pessoa, que agora estava liberta e com um semblante angelical.Portanto, eu nunca me cansarei de repetir sobre o poder de Deus. Tudo é possível a Ele!

Jesus diz a mim e a você: “O meu trabalho está completo. Agora Eu volto para o meu Pai. E vocês devem continuar a minha missão. Levar a cura e a libertação a todos os povos e proclamando a Palavra de Deus”. Isso está nas Sagradas Escrituras. E o inimigo de Deus não gosta que eu fale sobre isso. Mas é a verdade, meus irmãos! Isso está na Bíblia.

Nós fazemos a pregação. Preparamos o caminho, mas é Deus quem cura, meus irmãos. Eu gostaria muito que os padres do Brasil estivessem comigo na sala que eu estava ontem. Daí veriam a tremenda força do inimigo. E veriam também a força infinitamente maior do Espírito Santo de Deus!

Quero enfocar algo muito importante: os Evangelhos não são teorias. Não são simples filosofias. São histórias concretas, meus irmãos. Em primeiro lugar, Jesus veio para curar os doentes de qualquer enfermidade. E, diante destas diversas enfermidades, há a necessidade da cura emocional ou cura interior.

Se você tem um problema pequeno, uma oração é suficiente. Mas se o problema é maior, você precisa de um atendimento com alguém. E, se o problema é ainda maior e você precisa de tempo para esta cura, então você precisa de um retiro de cura interior como este. Eu fico muito feliz em constatar que vocês vieram de vários lugares do Brasil para este encontro. Em muitos lugares, as pessoas logo vão embora. Aqui na Canção Nova, entretanto, as pessoas sempre estão chegando. Louvado seja Deus por isso!

A Palavra de Deus nos cura. Nunca se esqueça disso! Ela tem o poder para nos curar. Também é preciso acolher a pregação da Palavra. Mais importante do que ouvir a Palavra é refletir sobre ela. Por isso que eu sempre convido as pessoas a trazer um caderno e anotar aquilo que Deus foi falando ao seu coração para, depois, meditar sobre a Palavra de Deus.

Quando estamos presentes num grande encontro como esse, percebemos que não estamos sozinhos. Existem pessoas que também estão sofrendo, assim como nós. E, quando escutamos o grito, o clamor, o choro das pessoas, precisamos nos colocar em oração por elas. Rezar por elas no silêncio do nosso coração. Num encontro como esse, tocamos no poder da intercessão. E quando oramos uns pelos outros, Deus vai nos curando em primeiro lugar.

Agora quero dizer a vocês porque um retiro de cura interior é tão importante: em primeiro lugar, porque se estamos doentes fisicamente precisamos de cura física, se estamos oprimidos precisamos de libertação e se estamos emocionalmente machucados precisamos de cura interior. E esta é a cura mais importante. Nosso Deus é o Deus da paz. Ele não é o Deus da guerra. São Paulo nos diz que “O Deus da paz vos cure completamente”. Esta é a vontade de Deus: que sejamos interiormente restaurados, curados. O Senhor quer nos curar profundamente. Ele quer que fiquemos sem nenhuma falha. Perfeitos. Aplaudamos ao Senhor por isso também!
A segunda razão é porque precisamos dessa graça. Sabemos que Jesus veio para nos libertar do poder de satanás. E Ele veio também para nos curar emocionalmente. É Cristo que nos convida: “Vinde a Mim!” Ele quer nos curar de nossas feridas emocionais.

O Senhor quer nos curar dos hábitos compulsivos de pecado, como os vícios do álcool e das drogas. Desde o momento em que fomos concebidos coisas foram acontecendo conosco. E os efeitos disso estão influenciando a nossa vida de uma maneira muito ruim. São Paulo também viveu esta luta ao afirmar: “Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero!” E não é o que acontece conosco? Também nós, todos os dias, não conseguimos fazer o bem que quereríamos fazer.


Os grandes milagres que tenho visto não são de cura física, espiritual ou de libertação. Mas sim os milagres de cura interior. E você não pode achar que você simplesmente pode continuar caminhando assim, sem necessidade de uma cura interior.



Certa vez, estava pregando na África para os sacerdotes de uma grande diocese e um grupo de religiosas trouxeram uma menina até mim. Ela deveria ter uns 14 anos de idade. E eu perguntei a ela: “O que você quer?” E ela me respondeu: “Quero uma bênção!” E eu respondi:“Não dou bênção nem maldições. Apenas rezo por problemas. Você tem algum problema?” E ela me disse: “Não tenho nenhum problema. Quero apenas uma bênção”. E eu disse: “Todo o mundo tem problemas. Eu tenho problemas! Você não tem problemas?” E ela continuou afirmando que não tinha nenhum problema e que queria apenas uma bênção. Contra minha vontade, coloquei minhas mãos sobre ela e, nesse momento, senti a sua garganta se mexendo e ela ficou muda.



Como ela não conseguisse falar, eu lhe dei um papel e caneta para que ela pudesse expressar o seu problema. E aquela menina escreveu no papel: "Eu não tenho problema". E eu insisti com ela: “Você tem um problema, sim! Pelo menos este problema da sua mudez”. Achei aquilo estranho. Pedi então que as irmãs a levassem para fora e conversassem com ela para que ela pudesse dizer ao Senhor sobre os seus problemas. Então, novamente, ela veio até mim e escreveu no papel: "Sim, eu tenho um problema". E, no momento em que ela colocou o ponto final em sua frase, voltou a falar.


Quero concluir preparando você para a próxima palestra, na qual eu vou explicar como rezar pela cura interior. Como se preparar para a cura interior? E, para antecipar um pouco a minha próxima palestra, existem três passos:

1º passo e o mais importante: encontrar as causas-raiz do meu problema. Sem isso, nenhuma cura acontece. É necessário pedir ao Espírito Santo que nos ajude a encontrar as verdadeiras causas do nosso problema.


2º passo: remover os bloqueios para a nossa cura (especialmente aqui no Brasil isso é muito importante). E a primeira razão pela qual as pessoas não são curadas é porque não sabem a causa do seu problema. Elas só trazem os sintomas, mas não a doença. E o mais importante: a causa dessa doença. A segunda razão pela qual as pessoas não são curadas é porque não removeram os bloqueios da sua cura. O bloqueio de não perdoar as pessoas, o bloqueio de não se arrependerem do mal cometido e o bloqueio de não terem renunciado ao envolvimento com as práticas ocultas que tiveram.



 E depois é que vem o 3º passo, que é a oração pela cura interior. E esse é o passo menor. E aí tudo segue com a lógica.



Se você seguir estes três passos, prestando atenção em cada um deles e indo ao próximo passo, não existe problema que tenhamos que Deus não possa curar, porque nada é impossível para Deus, se você ouvir a Sua Palavra.



Transcrição e Adaptação: Alexandre de Oliveira

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

PRIMEIRO TEXTO ESPECIALMENTE ESCRITO PARA O BLOG-Pe.ROBSON DE OLIVEIRA

Foto: Pe.Robson ,onde será cons-
truído o novo Santuário.

Quando senti vontade de criar o blog com a finalidade de  falar , ressaltar a importância da igreja católica para humanidade,a primeira pessoa a quem decidi pedir ajuda foi para o padre Robson
de Oliveira. O conheço pela televisão, pelas novenas, e mantenho contato com ele,que é para mim o meu pai espiritual,  meu padre amado ,   sempre presente quando preciso de suas orientações e conselhos .     Admiro seu trabalho de evangelização, suas obras, seu empenho de levar o nome de Deus para todo  Brasil e   para
o mundo.  Rezo nas suas novenas, e acompanho suas missas aos domingos na Rede Vida de televisão.
Então,para mim ninguém melhor que ele para escrever o primeiro texto ou primeira mensagem sobre a importância da igreja.
Padre querido muito obrigada por escrever especialmente sobre o Tema do Blog.





 Igreja “Plena”!

A Igreja tem o m鷑us e missão de ensinar seus fiéis e mostrar a todos o caminho seguro da fé e do aprofundamento da mesma através da prática cotidiana das virtudes evangélicas. Neste sentido, busca orientar os cristãos católicos para uma vida coerente com sua fé e aos não-católicos procura convidar e, algumas vezes, admoestar para que comecem um caminho que propicie estarem mais próximos daquilo que o Cristo ensinou.
De modo algum a Igreja pretende dizer que fora dela não há salvação. Num fragmento do texto temos a seguinte afirmação tirada do próprio Concíliio Vaticano II: “… as próprias Igrejas e Comunidades separadas, embora pensemos que tais faltas, não se pode dizer que não tenham peso ou sejam vazias de significado no mistério da salvação, já que o Espírito se não recusa a servir-se delas como de instrumentos de salvação, cujo valor deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi confiada á Igreja católica” (Decr. Unitatis redintegratio).
A política acontece porque existe uma certa “malícia” carregada de tendências anticatólicas e até mesmo proselitistas, em fazer entender que a Igreja acena aquilo que não acenou. Não existe erro ou exclusivismo em afirmar que ela possui os “elementos completos” do legado deixado por Cristo desde o início do cristianismo. A sucessão apostólica continua até os dias de hoje na Igreja Católica. O Papa  é Pedro hoje! Sua missão continua a mesma e a Igreja foi experimentada ao longo dos séculos mantendo sua unidade, apesar das diversidades de tempos, pensamentos e culturas. Não creio, portanto, que haja brecha para críticas ou idéias de autoritarismo, exclusivismo ou fechamento como li por aí.
Os elementos essenciais para a salvação do homem se condensam numa única e dinica palavra: amar. Quem ama promove o bem, não deseja o mal do outro e possui o olhar amoroso e misericordioso do Pai sobre si mesmo. A Igreja entende muito bem que sua força e missão de promover uma compreensão adequada do verbo amar está arraigada em sua doutrina e prega玢o. Portanto, ela se vê completa nesta missão não impedindo nenhum diálogo sério e inteligente com outras formas de crer e viver o amor.
Ninguém  é nem pode se considerar igual a todos. Todos temos riquezas em vários níveis e sentidos. A unidade na diversidade da fé em Cristo ou no desejo de viver e promover plenamente o amor e a vida aqui na terra pode gerar para todos a salvação que vem de Deus.
Vivemos num mundo fragmentado por opiniões as mais diversas e formas de conduta complexas. Não é possível ficarmos com meias palavras. Podemos acabar ficando reféns ou escravos do relativismo e da insegurança. O tema do aborto, por exemplo, está em discussão no Congresso e pode ser votado em breve. Para defender e aprovar este assunto encontra-se argumentos de todos os tipos. Um assunto como este merece nosso grito de indignação não somente como cristãos, mas como seres humanos que somos. A Igreja está empenhada profeticamente neste sentido em dizer que não se deve caminhar por esta estrada tenebrosa.
Realidades como esta e outras saltam aos nossos olhos nos tempos atuais e se tornam uma montanha de ensinamentos ditos “cristãos”, mas sem fundamento bíblico ou teológico que lhes sustentem. Dá-se “tiros” para todos os lados! Muitos resolvem pensar que são “bispos” ou “apóstolos” e criam denominações do nada. Outros pensam que Jesus foi desta ou daquela forma e saem por aí falando como se tivessem autoridade para tal. Uma verdadeira Babel! Não é brincadeira falar de Deus! Em meio a esta realidade em que a Igreja se apresenta, como um caminho seguro para viver o bem e eternizá-lo para a vida.
Percebe-se que no mais íntimo do ensinamento da maioria das outras igrejas cristãs o amor é o foco mais forte apresentado. A Igreja respeita e reconhece isso quando percebe a seriedade deste ou daquele seguimento. No referido texto da Congregação para a Doutrina da Fé,ressalta-se sua autoridade em falar sobre o Caminho da Vida e da Salvação do ser humano.
Pe. Robson de Oliveira Pereira, C.Ss.R.

Missionário Redentorista, Reitor da Basílica do Divino Pai Eterno e Mestre em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano.




terça-feira, 23 de novembro de 2010

Padre Robson de Oliveira Pereira - Trindade -Góias



                                           PADRE ROBSON 

 Padre Robson de Oliveira Pereira, membro da Congregação dos Missionários Redentoristas, é reitor do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno desde dezembro de 2003. Nasceu em Trindade, Goiás, no dia 26 de abril de 1974. Entrou para o seminário aos 14 anos e se tornou sacerdote aos 24 anos. Depois de exercer dois anos de trabalhos na Pastoral de Vocações e na formação de jovens para a vida religiosa no seminário, foi para a Irlanda e depois para Roma, onde fez seu mestrado em Teologia Moral pela Universidade do Vaticano. Ele tem quase uma centena de artigos publicados falando sobre temas diversos e orientando para a vida ética e cristã. Ao voltar de Roma, sentiu a necessidade de fazer a devoção ao Divino Pai Eterno ser mais difundida. Conquistou espaços na retransmissora regional da TV Cultura e, depois, em nível nacional, na Rede Vida. Foi com a "Novena dos Filhos do Pai Eterno", pela TV, que o padre e sua equipe conquistaram o carinho, admiração e a emoção do povo de todo o Brasil; levando aos lares pregações e preces com temas que atingem o cerne da vida humana. No início do ano passado, o Pe. Robson de Oliveira iniciou mais uma novena em rede nacional: a Novena do Perpétuo Socorro. Amado por muitos católicos, ele também é bem quisto por inúmeros evangélicos, que lhe escrevem elogiando o trabalho missionário pela TV com as novenas. O padre recebe milhares de testemunhos de conversões e graças alcançadas por novos fiéis em todo o Brasil e até mesmo no exterior. 

 História da devoção - Em 2010 a devoção ao Divino Pai Eterno em Trindade (GO) completa 170 anos. A história narra que, por volta de 1840, um casal chamado Constantino e Ana Rosa Xavier encontrou, enquanto trabalhavam na lavoura, um medalhão de barro.




quinta-feira, 18 de novembro de 2010

"Catecismo da Igreja"


Catecismo da Igreja

(§26-1065)
PRIMEIRA SECÇÃO (§ 26)
  • CAPÍTULO PRIMEIRO (§ 27-§ 49)
  • CAPÍTULO SEGUNDO (§ 50-§ 141)
  • CAPÍTULO TERCEIRO (§ 142-§ 184)

    PRIMEIRA PARTE
    A PROFISSÃO DA FÉ

    PRIMEIRA SECÇÃO
    «EU CREIO» – «NÓS CREMOS»
    26. Quando professamos a nossa fé, começamos por dizer: «Creio», ou «Cremos». Portanto, antes de expor a fé da Igreja, tal como é confessada no Credo, celebrada na liturgia, vivida na prática dos mandamentos e na oração, perguntemos a nós mesmos o que significa «crer». A fé é a resposta do homem a Deus, que a ele Se revela e Se oferece, resposta que, ao mesmo tempo, traz uma luz superabundante ao homem que busca o sentido último da sua vida. Comecemos, pois, por considerar esta busca do homem (capítulo primeiro): depois, a Revelação divina pela qual Deus vem ao encontro do homem (capítulo segundo); finalmente, a resposta da fé (capítulo terceiro).

    CAPÍTULO PRIMEIRO
    O HOMEM É «CAPAZ» DE DEUS
    I. O desejo de Deus
    27. O desejo de Deus é um sentimento inscrito no coração do homem, porque o homem foi criado por Deus e para Deus. Deus não cessa de atrair o homem para Si e só em Deus é que o homem encontra a verdade e a felicidade que procura sem descanso:
    «A razão mais sublime da dignidade humana consiste na sua vocação à comunhão com Deus. Desde o começo da sua existência, o homem é convidado a dialogar com Deus: pois se existe, é só porque, criado por Deus por amor, é por Ele, e por amor, constantemente conservado: nem pode viver plenamente segundo a verdade, se não reconhecer livremente esse amor e não se entregar ao seu Criador»(1).
    28. De muitos modos, na sua história e até hoje, os homens exprimiram a sua busca de Deus em crenças e comportamentos religiosos (orações, sacrifícios, cultos, meditações, etc.). Apesar das ambiguidades de que podem enfermar, estas formas de expressão são tão universais que bem podemos chamar ao homem um ser religioso:
    Deus «criou de um só homem todo o género humano, para habitar sobre a superfície da terra, e fixou períodos determinados e os limites da sua habitação, para que os homens procurassem a Deus e se esforçassem realmente por O atingir e encontrar. Na verdade, Ele não está longe de cada um de nós. É n'Ele que vivemos, nos movemos e existimos» (Act 17, 26-28).
    29. Mas esta «relação íntima e vital que une o homem a Deus»(2) pode ser esquecida, desconhecida e até explicitamente rejeitada pelo homem. Tais atitudes podem ter origens diversas (3) a revolta contra o mal existente no mundo, a ignorância ou a indiferença religiosas, as preocupações do mundo e das riquezas(4), o mau exemplo dos crentes, as correntes de pensamento hostis à religião e, finalmente, a atitude do homem pecador que, por medo, se esconde de Deus(5) e foge quando Ele o chama (6).
    30. «Exulte o coração dos que procuram o Senhor» (Sl 105, 3). Se o homem pode esquecer ou rejeitar Deus, Deus é que nunca deixa de chamar todo o homem a que O procure, para que encontre a vida e a felicidade. Mas esta busca exige do homem todo o esforço da sua inteligência, a rectidão da sua vontade, «um coração recto», e também o testemunho de outros que o ensinam a procurar Deus.
    És grande, Senhor, e altamente louvável; grande é o teu poder e a tua sabedoria é sem medida. E o homem, pequena parcela da tua criação, pretende louvar-Te – precisamente ele que, revestido da sua condição mortal, traz em si o testemunho do seu pecado, o testemunho de que Tu resistes aos soberbos. Apesar de tudo, o homem, pequena parcela da tua criação, quer louvar-Te. Tu próprio a isso o incitas, fazendo com que ele encontre as suas delícias no teu louvor, porque nos fizeste para Ti e o nosso coração não descansa enquanto não repousar em Ti (7).
    CONTINUA.....
    Fonte:http://www.vatican.va/archive/cathechism_po/index_new/p1s1c1_26-49_po.html

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Deus é capaz - Pe. Fábio de Melo


"Para o mundo :Novos seguidores"

                                    Olá Amigos!!!!
                                                                                             Quero convidar a todos que visitam o blog a seguirem -no.Vale a pena tirar um tempinho para ler sobre Deus, a igreja que nos encoraja a ter fé.
                                                                                              Sejam todos bem vindos!Muito bem vindos.Vamos multiplicar o número de amigos no Blog.Beijos   

sábado, 13 de novembro de 2010

"Evangelho de São Mateus e Pedro o primeiro Papa"


"sobre a criação da igreja católica"
E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus.Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo  o que desligares na terra será desligado nos céus.( Mateus 16 a 18).

Mais ........
Falando à Pedra da Igreja somente, Cristo conferiu a ele a impressionante tarefa de apascentar Seus cordeiros e ovelhas. Todas as imagens encontradas nos textos petrinos notadas acima concedem uma suprema liderança e autoridade ao Príncipe dos Apóstolos sobre os demais Apóstolos e sobre o restante do rebanho a ele confiado (uma autoridade suprema que seria historicamente manifestada como uma “jurisdição universal” sobre todos os membros da una e única Igreja fundada por Cristo). Como a reconhecida cabeça dos Apóstolos, Pedro serviu como centro visível da unidade da Igreja. A importância tremenda do ofício primacial de Pedro na Igreja é ininteligível se não for entendido como um ofício perpétuo pretendido para existir por tanto tempo quanto a própria Igreja – e um ofício especialmente designado por Cristo para salvaguardar e preservar a Unidade Visível de Sua Igreja através dos anos. O estabelecimento da externa unidade visível de Sua Igreja tanto quanto da interna unidade de fé são o fruto da Oração Sacerdotal de Cristo a Seu Pai celestial para que todos os Seus seguidores fossem um a fim de “que o mundo possa crer que Tu me enviaste” (leia todo o capítulo 17 de São João).

O Primado de Pedro, com suas prerrogativas e privilégios especiais, exercido hoje pelo Romano Pontífice como Sucessor de Pedro em sua Cátedra de Unidade, é assim um elemento essencial tanto da visível unidade da Igreja quanto de sua visível catolicidade. Não há, naturalmente, nenhuma possibilidade de disputar com qualquer pessoa ao nosso redor se Cristo instituiu uma primazia de autoridade divina entre Seus Apóstolos e que se perpetuará em Sua Igreja se essa pessoa não entender que a Igreja descrita no Novo Testamento é uma Igreja visível, governada por chefes visíveis, isto é, por Bispos que sucedem ao lugar dos Apóstolos. Uma Igreja invisível de eleitos, de predestinados, ou de salvos não é a Igreja propriamente, desde que é impossível identificar seus membros! Todos os cristãos, entretanto, que acreditam que o episcopado da Igreja continua a missão apostólica do Colégio Apostólico original devem reconhecer a falta de lógica de rechaçar a comunhão com um Bispo, o Bispo de Roma, que é o herdeiro do único Apóstolo escolhido por Cristo para ser a pedra fundamental, guardião das chaves do Reino, confirmador de seus irmãos, e pastor principal do rebanho inteiro, carregando desse modo a responsabilidade de assegurar a unidade visível da Igreja. Desde que os demais Apóstolos, que eram também pedras fundamentais da Igreja (cf. Ap 21,14 e Ef 2,20), não poderiam estar separados da Rocha Fundamental à qual foram ajustados, os Bispos que sejam legítimos sucessores dos Apóstolos devem ter sua Rocha Fundamental no Sucessor de Pedro, o Romano Pontífice. Em outras palavras, os Bispos não podem fazer nada sem a plena comunhão com o chefe visível da Igreja, o Sucessor de Pedro, que exercita um primado instituído pelo próprio Cristo.

Jesus permanecerá para sempre: “A pedra angular sobre a qual todo o edifício da Igreja, sendo moldado conjuntamente, cresce como um templo santo ao Senhor.” (Ef 2,20-21)

Ele permanecerá para sempre: a Cabeça Invisível da Igreja por quem toda a vida da graça procede.

Entretanto, Sua única Igreja não é apenas Seu Corpo Místico neste mundo, mas também uma sociedade concretamente visível e uma instituição historicamente identificável sempre atacada pelas heresias, facções e divisões. Se as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja edificada na Rocha (e a Rocha é a pessoa de Pedro, não meramente sua fé), a autoridade de Cristo sobre a Igreja deve ser refletida na ordem hierárquica da Igreja em si mesma. A história da Igreja Católica desde seus inícios mostra o Bispo de Roma sendo aquele que possui o primado da autoridade divina como o Sucessor de Pedro, servindo seus irmãos no episcopado como a cabeça visível da Igreja Militante, e sendo o centro da unidade para todas as Igrejas locais (Oriente e Ocidente), exercendo a comunhão católica.

É irônico que tenha sido Martinho Lutero, antes de sua própria queda da unidade católica, aquele que escreveu eloqüentemente a respeito do primado petrino na Igreja: “Se Cristo não houvesse confiado todo poder a um homem, a Igreja não poderia ter sido perfeita porque não haveria ordem e cada um estaria apto para dizer que é guiado pelo Espírito Santo. É isso que os hereges dizem, cada um pondo razão em seu próprio princípio. Dessa maneira, tantas Igrejas foram levantadas porque havia cabeças. Cristo, todavia, quer, para nos colocar todos em uma unidade, que seu poder seja exercitado por um homem a quem Ele mesmo confie essa atribuição. Ele tinha, entretanto, tão grande poder que venceu os poderes do inferno (sem dano algum). Ele disse: ‘As portas do inferno não prevalecerão contra ela’, como querendo dizer: ‘lutarão contra ela, mas nunca poderão vencê-la’; é então dessa maneira que ela manifesta que seu poder é na realidade vindo de Deus e não do homem. Assim, quem rompe com essa unidade e com essa ordem de poder, não deixa sinal de grande ou de obras maravilhosas, como nossos Picards e outros hereges fazem, ‘Vigia teus passos, quando vais à casa de Deus! Entra para escutar e não apenas para oferecer sacrifícios, como os insensatos, que não percebem que estão procedendo mal!’ (Ecle 4,17) (Sermo in Vincula S. Petri, “Werke” Weimar edition, I, 69)
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Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor(es).

Para citar este artigo:

LIKOUDIS, James. Apostolado Veritatis Splendor: PORQUE O OFÍCIO DE PEDRO É NECESSÁRIO? - A IMPORTÂNCIA DO PRIMADO PAPAL NA IGREJA. Disponível emhttp://www.veritatis.com.br/article/3875/porque-o-oficio-de-pedro-e-necessario-a-importancia-do-primado-papal-na-igreja